domingo, 24 de junho de 2007







O jacuzão que vai a montanha. Estava sozinho sentado numa pedra!!!
Aparecem dois pintas descendo pelo Getúlio. Um fala:
- Amanhã o Caratuva vai estar cheio de maloqueiro. Eles vem param o carro alí na Fazenda e fazem sua grande aventura de final de semana!
O outro responde:
- É foda!!!!

E eu álí sentadão na pedra vendo a cena:
-KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!?

Eu, eu e eu. Me esqueci do meu ego! (Etá cara bonito!!!)








taipabussu






Sabe aqueles dias, em que acorda e não dá vontade de sair da barraca. Então dia 23/06 foi assim, um belo dia de sol, temperatura amena, mais nada saiu como o esperado, que era a conceição.
Dormi mais do que o despertador sugeriu e menos do que eu esperava. Então fui, caminhada de baixo rendimento em relação a semana pasada. Então resolvi voltar do Taipabussu mesmo! tirando várias fotos do que eu acho maneiro.
Desci e subi pela trilha de baixo, agora com muito menos bambús que tempos atrás. E tem bamnu te tuodos os tipos os ocos e os maciços, os que estalam os que soltam água, os que se quebram facilmente os resistentes, os bem ásperos e os cortantes. Agora está uma beleza aquela trilha!!! he he he.

domingo, 17 de junho de 2007

FERRARIA


Auto-retrato. Em frente ao marco da trilha por baixo para o Taipa. 1° parada.

Dossel

Xaxim hospedando uma cactácea (eu acho)

Floresta bacana

CadÊ a trilha? No cume Ferraria é assim!

FERRARIA






Dia: 16-06-07
Destino: Ferraria
Integrantes: Deus, Toninho Malvadeza e eu.
Trajeto: Fazenda PP, Taipabuçu pela trilha por baixo e Ferraria, voltando pelo mesmo caminho.
Horários: saída da Fazenda: 6:30
Taipabuçu: 9:15 até 10:30
Ferraria : 13:00 até 15:00
Taipabuçu: 17:00 até 18:00
Fazenda: 20:40.

O que falar a respeito desta caminhada?
Nas circunstâncias em que as coisas ocorreram foi uma grande conquista para mim! Para os mais experientes, um feito pequeno, apenas uma caminhada até o Ferraria de bate e volta em solo.
Sempre que escuto falar no Ferraria, o problema está na água, então me precavi levando comigo 6 litros do solvente universal. Imaginava eu que o tempo estaria bom, ledo engano, mais esse fato me fez levar minhas duas máquinas fotográficas. Mais uns suprimentos, o fato é que eu não estava nem um pouco preocupado com o peso da minha mochila, tendo em vista que eu queria caminhar durante a noite. Lanterna nova é fogo!
Subi até o Taipabuçu na trilha por baixo, muito mais tranqüilo que na semana passada, onde o Toninho malvadeza me ajudou nos bambus pois haviam pontos onde o enrosca enrosca estava deselegante.Então com a trilha limpa subi bem o Taipa, lá chegando o tempo estava fechadão, fiquei uma hora neste dilema tento ou não tento ir para o Ferraria? Fui descobrir o início da trilha, achei e ali esperei este tempo. De repente o sol fica mais forte, algum azul no céu e resolvo por ir!
Bem tanta indecisão era pelo fato de eu não conhecer a trilha e saber pouca coisa. Uma decidona, um colo traiçoeiro e um subidão. Sem a possibilidade de contato visual, teria que usar um mapa e o gps, já que tinha a coordenada do cume, 1200 metros mais o desnível. Fui, descida e descida, nas janelas via se estava no rumo, a trilha fechada porém com fitas, cheguei no colo rapidinho! Passei por ele e de repente estava num dos lugares mais bonitos que já vi! A floresta da vertente sul do Ferraria! A associação dos solos rasos com o clima e o pouco sol, fazem brotar uma floresta de baixa altura com todos os trancos e fitas cobertos por musgos e liquens dos mais variados tipos, o visual é VERDE! E aí sobe, sobe, sobe!!! A atenção na trilha, no rumo, na volta, bambuzais que o toninho se encarregou de amenizar, e sobe sobe, sobe. Visual zero! O cume, aquele gás, o último suspiro! Falso cume! Mais um pouquinho estava lá!
Ali fiquei um bom tempo, imaginando a Conceição e o Ferreiro! Aí deu minha hora de voltar! No meio da descida pela floresta dos troncos verdes a chuva. Parei arrumei as coisas e fui, só parar no Taipabuçu.Aí até a fazenda, com várias paradas para a contemplação das coisas noctâmbulas.
Mais um belo passeio pela Serra do Ibitiraquire. Conceição me aguarde.
ZELEO.

sábado, 9 de junho de 2007

Taipabussu

8/6/2007

Fazenda Pico Paraná.

Tudo maneiro, tempo bom, serra cheia e trilha vazia. Subindo o Getúlio e seguindo ao norte no cruzamento da subida para o Caratuva, trilha em curva de nível, até lá em cima, no primeiro dente do tridente, mais alguns minutos o cume.
Comigo estava o toninho malvadeza.

flw...

domingo, 3 de junho de 2007

1 - FERRARIA 1745
2 - FERREIRO 1563
3 - TAIPABUSSU 1734
4 - CARATUVA 1850
5 - ITAPIROCA 1805
6 - TUCUM 1739
7 - CAMAPUÃ 1713
8 - CAMACUÃ 1596
9 - PEDRA BRANCA 1396
10 - CERRO VERDE 1653
11 - PICO PARANÁ 1877
12 - UNIÃO 1830
13 - IBITIRATI
14 - CAMELOS 1587
15 - TUPIPIÁ 1727
16 - SIRIRICA 1700
17 - SIRI 1623
18 - AGUDO DA COTIA 1464
19 - AGUDO DA CUICA 1348
20 - AGUDO DA MARMOSA 1208
21 - TANGARÁ
22 - ARAPONGAS 1322
23 - MEIA LUA 1593
24 - LUAR
25 - CAPIVARI
26 - GUARICANA 1578
27 - TAUREPÃ 1276
28 - ITAQUARETABA 1344

font3e www.cpm.org.br, visitado em 2/6/07. É certo que estas altitudes estão desatualizadas.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Mãe Catira

Mais uma vez fui no Mãe Catira e não fui ao Sete! Chegamos lá na fazenda, eu e a Manu, Eram 2:15, subimos em duas horas, quando, chegamos junto com as nuvens e o frio, deu para visualizar o Sete apenas por alguns minutos. Ficamos um bom tempo no cume, o vento e a umidade colocaram a sensação térmica lá em baixo. Na verdade fiquei me enrolando, para descermos após o Sol se por. Descemos muito lentamente, a Manu não se sentiu muito segura, apesar de estarmos com dua lanternas, ela não curtiu.
Queria ter ido ao Taipa, mais o tempo estava curto, então fazer o quê? Semana que vem eu vou para lá!
30/05/07

domingo, 27 de maio de 2007

Caratuva

Sábado, 26-5 Caratuva. Eu, Manu e o Fábio. Segunda montanha mais alta do estado do Paraná com suas antenas que a caracterizam. Demoramos três horas para galgá-la, andando tranquilamente e com uma parada de mais de 45 minutos no rio que precede o subidão para o Caratuva. Dalí menos de uma hora para o cume. Onde tiramos fotos entre as caratuvas, ao fundo o Pico do PAraná aberto e por vezes uma nuvem fina cobria-o por instantes e logo se dissipava.
Ainda na subida pasamos por um grupo, umas 5 pessoas, daquelas que falam alto e só por falar, entupiam o cruzamento da trilha do PP com o Caratuva. Passamos no nosso rítimo e logo que passamos as pessoas soltavam gargalhadas histéricas, aquilo me deixou incomodado, e logo que paramos no rio para fazer uma boquinha, o Fábio me falou que ficou incomodado também com aquela galera, imbuída na grande aventura deles.
Ficamos ali, eles passaram e pouco depois soltamos nossas gargalhadas. Nunca entendi o motivo que levam as pessoas a comportarem-se como crianças nestes ambintes, a galera devia ter uma média de 35 anos e pareciam um bando de maritacas num pé de embaúba, bem verdade que, murchinas e desanimadas no final do subidão. Porém na volta com os animos renovados ouviamos os berros deste pessoal, que chegaram envocar em uníssono a criatura repugnante do Munhá, o anti-herói dos Thandercat's.
Bem voltando a subida do Caratuva, chegamos ainda com um cume vazio sem a presença das maritas, que estenuadas colocavam os bofes para fora ainda na subida. Ficamos por lá mais de uma hora, estavamos animados para andarmos mais. Resolvemos ir até o taipabuçu, porém como não conheciamos as trilhas, nem a de cima nem a de baixo, resolvemos ir por baixo, descemos o Caratuva e pouco tempos depois já estavamos na trilha azul e vermelha, o avanço era lento, quissassa e mais quissassa, uma árvore caida, a trilha some e alí ficamos 1/2 hora descidindo e observando a situação. Passamos a árvore, um perrengue, pois era uma ribanceira, onde a trilha passa em curva de nivel, e a árvore com um emaranhado de cipós e principalmente bambús, encobriam todo o chão, e a sensação era de estar se rastejando na vegetação com o chão bem longe dalí.
Andamos mais um bom trecho, até exatamente um marco, um cano galvanizado, e metade pintado de vermelho. Ali sentamos, nos orinetamos em relação as montanhas e voltamos eram uams 2:30, a galerinha havia cansado, e eu não estava mais disposto a forçar a barra para que a galera passasse pelas quissassas que certamente viriam. Voltamos sussegados, as 17h estavamos na fazenda.
A trilha para o caratuva é bem monótona, e o trecho que segue a pasagem do rio, onde se inicia a subida está em frangalhos, erosões tremendas assolam-na. A trilha por baixo para o Taipa, até onde percoremos, é magnífica, em nível, subida leve, vegetação maneira, gretas pequenas, leitos secos, fitas discretas nos pontos críticos, pouco usada.
Foi um passeio maneiro, com gosto de quero mais. Taipabuçu, me espere.
Na quarta dia 23-05-2007, fui ao morro Mãe Catira, cumieira da Serra da Graciosa, uma caminhada curta e grossa, duas horas subindo sem parar. Paramos o carro na chácara da casa de pedra, cuidada pelo seu espalha brasa e seu cachorro Aparecido. Eram 14 horas quando pegamos a trilha, subidas e subidas, bambús e bambús. A partir do momento que a vegetação muda, passando de vegetação ombrófila densa para vegetação de altitude, a paisagem se revela, e de modo encantador ela se modifica e transforma, horas visualiza-se a serra do Ibitiraquire, horas a Baitaca, horas a serra do Marumbi, Prata, Castelhanos, Araçatuba, Curitiba, Escarpa devoniana, a baia tudo ali.Paramos uma hora por alí, o frio ficou intenso e voltamos numa estilingada.
Os planos, bem os planos vão acontecendo, não adinata ir com muita sede ao pote, pegar ritmo é essencial nesse momento.
É uma trilha encantadora, com zigue zagues, rio, árvores frondosas.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Esta semana abriu-se a temporada de montanhas no Paraná. Minha meta para este ano de 2007 é desvendar as montanhas da serra do Ibitiraquire e suas montanhas e visuais inimaginaveis. Conheço-a há muito tempo, minha primeira subida ao PP foi em 91, e de tempos em tempos volto para lá, e sempre a mesma montanha, exeto ano passado, quando galguei o Ciririca.
Aí foi quando me deu um estalo, por que não sistematizar minha vontade de subir montanhas, pensei assim: Serra do Mar, Arco de Ponta Grossa, Serra Geral.
Aí concluí que isto era muito pretencioso. Então arquei em primeiro plano somente a serra do Mar do Estado do Paraná.
Resolvi então "varer" a serra do mar de norte para sul. Iniciando pelas montanhas digamos assim, mais batidas, para depois de passar pelo Ibitiratire, Graciosa, Farinha Seca, Baitaca, Marumbi, Castelhanos, Araçatuba. Então fechar as arestas como a Capivari, Serra Negra, essas bocadas. Tudo ista em apenas vários anos.
Então o prazo que eu estipulei durante este verão para o inicio das atividades no Ibitirati, 1° quinzena de maio, ainda não rolou, chuva e chuva.
Como já disse, iniciarei pela Serra do Ibitiratire, dando prioridade para as pernadas mais curtas e batidas como Caratuva, Tucum, Pico Paraná, União. Num segundo estágio Ferrero, Ferraria e conceição. Numa terceira etapa, Ciririca e Agudos. E para terminar Cerro Verde, luar, Taiba e mais alguma perdida. Isso se eu não me perder primeiro.
Isto até o final do ano de 2007.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Serra do Mar no Estado do Paraná


Itatiba, do Tupi, muitas pedras. Daí a escolha do nome para este sítio, que pretende narrar umas incurssões pela serrado mar no estado, bem como trazer algumas informações sobre a mesma.

Sobre a Serras do Mar no Estado do Paraná: Existe um erro de conceito geomorfológico na determinação do termo 'serra' tendo em vista que uma serra deve ser um compartimento geomorfológico com uma variação altimétrica equivalente em ambos os lados, tal fato não ocorre em nossa serra, portando a denominação correta seria uma escarpa, degrau.

Sobresaindo-se a 500 e 1000 metros do planalto, a Serra faz o gera o limite entre o primeiro planalto e o litoral.

Recebendo diversas denominações locais: Serra Capivari Grande, Ibitiraquire (serra verde), Graciosa, Farinha Seca, Baitaca, Marumbi (por onde), Igreja, Araçatuba, Iqueririm, Serra da Prata e Canasvieiras.

LEMBRE-SE:

___IMPACTO MÍNIMO EM AMBIENTES NATURAIS ___